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quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

“Como eu era antes de você”

Autora: Jojo Moyes

Realmente a vida possa ser  uma verdadeira “caixa de surpresas”. Uma hora podemos estar bem e de um momento para o outro, tudo pode mudar.                    O livro fala sobre surpresas que a vida possa nos proporcionar e 
mudanças que acontecem de dentro para fora.  

A história da autora é sobre a vida do jovem bem - sucedido William Traynor, conhecido como Will Traynor.  Will tinha o que sempre quis e  tudo sobre        controle em sua vida: Era empresário, rico, bem – sucedido, bonito e                      era independente.  Até o momento em que ele sofre um acidente. 
Em um dia chuvoso em Nova York, ele é atropelado por uma moto.  

Dois anos depois, Will volta a morar  com seus pais: Camilla e Steven Traynor. Antes de fazer uma escolha que pode mudar o seu destino,                    ele determina o combinado do prazo de seis meses para seus pais                      até o determinado momento. 

Louisa Clark, surge na vida de Will através do emprego de cuidadora dele.        
No começo, Will é um pouco arredio, grosseiro e tenta subestimar a 
inteligência de Louisa e os dois não se entendem. 
Aos poucos, ela conquista o coração de Will e ele muda, modifica
o modo de lidar, sua maneira de ser com ela.

Louisa ou Clark, como ele mesmo a chama, adapta – se 
em relação ao Will e amadurece também. Ela se apaixona por ele. 
Porém, não concorda com a decisão de Will. 

   Personagens do livro “Como eu era antes de você.”

 William Traynor:   
William Traynor, conhecido como Will  Traynor.  
   É o filho mais velho de Camilla e Steven Traynor e irmão mais velho de
   Georgina Traynor. 
   
   Sempre teve tudo o que quis. Rico, bonito, empresário    bem – sucedido,
   independente,  culto, viajado. Um belo dia, tudo muda na vida de Will. 
   Em um dia chuvoso em Nova York, ocorre um acidente: Ele é atropelado por 
   uma moto, que o deixou tetraplégico. 
   
    Logo após o acidente, volta a morar na casa dos pais na Granta House, 
   onde fica o Castelo em Stortfold. Sua vida agora requer uma série de            cuidados e  tornou – se um ser dependente, sempre precisa de ajuda. 
    Ele não tem a mais a alegria de antes. 
  
   Antes de tomar a decisão que pode  modificar a sua trajetória, 
   jornada de vida,   ele decide estabelecer com seus pais  o período 
   de seis meses até o determinado momento e antes de fazer    
   uma escolha que transforma completamente sua vida e 
   das pessoas que o amam. 

Nesse período, ele conhece a jovem Louisa Clark. 
Antes de cumprir com o acordo, ele aprende e  se apaixona por ela. Entretanto, nem isso o impede de mudar de ideia ou a sua escolha,  
ele já está decidido.

   Esses seis meses são o tempo que Will estabeleceu anteriormente
   do período de internar – se na Clínica Dignitas, na Suíça e 
   optar devido as suas dores, pelo “suicídio assistido”.         

   Sua vida continua a mesma e as suas dores que aumentam  
   gradativamente a cada dia e os médicos que o acompanham, 
   sabem que infelizmente devido a sua tetraplegia, 
   não haverão progressos, nem ao menos melhoras.  

O que faz seus pais não concordarem com a decisão de  
“acabar com a própria vida”. Para seus pais, perder Will é 
completamente terrível, cruel e inadmissível. 
Entretanto, eles o amam e tentam entender.

Uma linda frase que Will diz a Louisa :
“Você  é o único motivo que me faz levantar todos os dias.”

Camilla Traynor:         
É a mãe de Will e Georgina Traynor,  mora com o filho e o marido
na Granta House, onde fica o Castelo em Stortfold. 
É Juíza de paz  há quase onze anos.  
Nunca concordou com a ideia da morte de Will ou de “perder seu filho”.

Sempre foi uma mãe carinhosa, zelosa, amorosa.
 Por amor a Will, foi difícil deixa-lo partir.  
Ela ainda era casada com Steven por causa de Will. 
Após a morte de seu filho, Camilla separa – se do marido Steven. 

   Steven Traynor:
 É o pai de Will e Georgina, mora com o filho e a esposa na Granta House, 
onde fica o Castelo em Stortfold. Ele trabalha na empresa da própria família Traynor.  Assim como sua esposa Camilla, não concorda com a escolha de Will, pois ele o ama e tenta entender, o apoia em sua decisão.

Sempre entendeu as decisões de seu filho. Mesmo da sua maneira particular, ele amava Will. Depois da morte de Will, Steven separa – se da esposa Camilla. 

    Georgina Traynor:                                                         
 É a filha mais nova de Camilla e Steven Traynor e irmã mais nova de Will Traynor, mora no exterior. Assim que sabe da decisão de Will, volta do exterior.
 Também não concorda com a escolha de seu amado irmão. 


    Nathan: 
  É o  enfermeiro, cuidador de Will Traynor e o conhece há dois anos.
Nathan já sabe da decisão de Will, pois, entende o porquê da sua escolha.  
   Devido as dores e a expectativa dos médicos em relação ao avanço da tetraplegia de Will.

               Louisa  Clark:              
   Ela é a filha mais nova  de Josie e Bernard.  É extrovertida, alegre, atrapalhada e usa roupas coloridas. Mora  com seus pais, sua irmã; seu sobrinho e avô em  Stortfold.  
                    
   Louisa  trabalhava de garçonete no café, mas, fica desempregada, o estabelecimento fecha. Ela procura outro trabalho em uma agência de empregos, pois, precisa ajudar financeiramente em casa.  

   Antes de trabalhar   na casa da família de Will Traynor, levava uma vida normal. Quando ela o conhece,  sua vida modifica completamente pois ela amadurece e aprende com ele. Ao conviver com Will, Lou apaixona por ele. Não concorda também com a decisão dele,  pois ela o ama.  Ela termina o  relacionamento  com Patrick,  seu namorado. 

        Patrick:
  É  o namorado de Louisa. Patrick é atleta, esportista. Têm um relacionamento até o período da viagem: Ele viaja para uma competição de triátlon na Noruega e ela para um lugar paradisíaco com Will Traynor e Nathan.
    
   Justamente por conta da viagem de Louisa com Will e Nathan ,  
   Patrick não gosta da ideia da viagem e por isso,     
   termina o  relacionamento com Louisa. 


    Katrina Clark:  
   É a irmã mais velha de Louisa. Ainda cedo, tornou - se mãe do pequeno Thomas, seu filho e sobrinho de Louisa. Ela ainda mora  com seus pais, Josie e Bernard, sua irmã; seu filho, Thomas e o avô em Stortfold.

    Treena incentiva Lou a permanecer com o   trabalho, pois, viu o quanto  a irmã esforçou – se e amadureceu.  Ela volta a fazer o curso de administração na faculdade  e mora no campus juntamente com o filho na semana, mas, nos finais de semana e feriado, retorna para casa por conta de Thomas.


      Josie e Bernard Clark:
    São os pais de Katrina e Louisa Clark. 

    Josie Clark:                                                                                                          
  É a mãe de Treena e Lou. Mora com o marido, as filhas,o pai e o neto em Stortfold. Josie também não concorda com a decisão de Will.   
    A mãe de Louisa sabe, ou melhor, compreende que o café que a filha
  trabalhava de garçonete fechou e Lou continua a ajudar financeiramente em casa.
     

     Bernard Clark:                                                                                                            É o pai de Treena e Lou. Mora com a esposa, as filhas,o sogro e o neto em Stortfold. Depoisde um tempo desempregado, agora trabalha na manutenção do Castelo da Família Traynor.      
                    
  O pai de Louisa quer que a filha continue a  trabalhar, depois que o café que ela trabalhava fecha. Ele sabe que a Lou não fracassou e entende a decisão de Will, pois não tem quem faça realmente Will mudar de ideia. 







Como eu era antes de você / Depois de você / Ainda sou eu.

Os dois livros são da autora de britânica, de Londres Jojo Moyes. Vou falar um pouco dos dois livros porque amanhã chega as livrarias brasileiras o terceiro livro  das aventuras de Louisa Clark. Da sequência “Como eu era antes de você”, “Depois de você”  e agora “Ainda sou eu.”

O que gostei dos dois primeiros livros foi que tem algumas partes em que  as personagens narram na própria história seu ponto de vista. A autora soube separar isso, é bem interessante. 


Realmente a vida possa ser  uma verdadeira “caixa de surpresas”. Uma hora podemos estar bem e de um momento para o outro, tudo pode mudar. O livro fala sobre surpresas que a vida possa nos proporcionar e mudanças que acontecem de dentro para fora. 

A história é da autora sobre a vida do jovem bem – sucedido William Traynor, conhecido como Will Traynor.  Will tinha tudo sobre controle em sua vida: Era empresário, rico, bem – sucedido, bonito, tinha sua independência e uma namorada e , morava sozinho. Até o momento em que ele sofre um acidente.      Em um dia chuvoso em Nova York, ele é atropelado por uma moto. 

Dois anos depois, volta a morar  com seus pais: Camilla e Steven Traynor. Antes de fazer uma escolha que pode mudar o seu destino, ele dá o prazo de seis meses para seus pais para o determinado momento.

Louisa Clark, surge na vida de Will através do emprego de cuidadora dele. No começo, Will é um pouco arredio, grosseiro e tenta subestimar a inteligência de Louisa e os dois não se entendem. Aos poucos, ela conquista o coração de Will e ele muda, modifica com ela.

Louisa ou Clark, como ele mesmo a chama, adapta – se em relação ao Will e amadurece também. Ela se apaixona por ele. Porém, não concorda com a decisão de Will.



A vida nos obriga a superar certos fatos, momentos e acontecimentos.                       O livro fala sobre como Louisa Clark tenta superar e lidar com o luto, após a morte de Will.  Lou descobre que Will tem uma filha, a jovem Lily.  Louisa aprende a conviver com Lily e tem que ajuda – lá  a superar certas coisas.

Surgem grandes surpresas, além de ter que lidar com seu chefe no novo emprego, o novo namorado Sam, uma nova vida e oportunidade de outro trabalho melhor e outra chance de poder ser feliz. 


“Ainda sou eu.”

É o desfecho da sequência de "Como eu era antes de você."            
Sobre as aventuras de Louisa Clark em Nova York. Ainda não li o novo livro.           
Pelo o que eu pude entender e dá para perceber que a Lou agora volta a descobrir um novo sentido para a vida. Com o novo trabalho em Nova York, um namoro a distância com Sam.


Neste livro, parece que a Lou volta a ser quem era, pois encontra um sentido novo para viver. Louisa agora questiona – se quem realmente é ela, se ela ainda é quem diz ser. 

Existem cartas para ela, não antes descobertas, endereçadas de Will para ela.
Em meio a tanto caos, talvez tristeza pelo período de “luto”, ela realmente volta a ser aquela pessoa alegre, “maluquinha”,  “colorida”, “atrapalhada” e “divertida.” 

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sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

Encarar o seu próprio medo.

Ano passado já tinha falado deste tema no texto  “Enfrentar os medos.” Dando continuidade, vou prosseguir com sobre o assunto em relação ao medo, com este nome do texto: “Encarar o seu próprio medo.”


Antes de falar sobre medo, tenho que abordar, ou seja, usar a palavra fobia.     Todo mundo tem ou já teve algum receio, medo ou alguma angústia. Existem vários tipos de fobias: de escuro, altura, locais fechados, multidão, ficar sozinho, você mesmo e até do amanhã.

Todos os dias, todos nós, ou seja, a maioria das pessoas, têm que  lidar com     seus medos e  suas angústias. Mesmo que ninguém saiba, é verdade, temos    que enfrentar os nossos medos.  O que eu quero dizer é que não adianta ter           pavor de algo que não quer encarar.

É fundamental o autoconhecimento. Saber quem você realmente é extremamente essencial, independentemente de qualquer coisa. Você percebe até aonde pode ir, seu limite e não precisa provar nada para ninguém. O importante é cada pessoa ser quem é, na sua essência.

A ansiedade, o medo do futuro, ou seja, do amanhã não é tão incomum para todos nós. Existe uma pressa para que tudo aconteça agora e uma sensação de frio na barriga para aquilo que é novo. Você tem que aprender a conviver com isso.  

O receio de estar sozinho também.  É normal qualquer  indivíduo fazer “tempestade em um copo d’água”. Quando você imagina uma situação sendo uma coisa, mas, é outra, completamente diferente. É aquilo que “parece, mas não é.”

Principalmente quando você tem aversão a alguma coisa,  em seguida,  
fechar – se, enclausurado(a) em seu próprio  “mundo”, sair do seu “casulo” também em sua própria “bolha”.  Sempre há uma forma de combater o seu próprio medo.

Você mesmo, pode saber identificar – se e com o tempo a discernir sobre certas coisas. Existe até um certo receio de entender – se , permitir e aceitar, ou melhor, autoconhecer-se. Por que? Quando você  consegue, reconhece e começa a compreender a si próprio.

Só  quando alguém autoconhece-se é que você percebe, entende e diferencia as suas qualidades e os seus defeitos.  O medo e o receio são recorrentes, existem sim. Não adianta ter medo do desconhecido. Há o desconhecido. O que nos resta é arriscar, ir em frente e ver o que lá no futuro, depois.                                                     
Não pode – se “evitar o inevitável”. Autoconheça-se. Encare  o seu próprio medo. Arrisque.

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quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

Tartarugas até lá embaixo.

O mais novo livro do autor e escritor  norte - americano John Green,                aborda muito bem o tema: Ansiedade. Aliás, não somente  a ansiedade.              Em geral, em relação a esperança, resiliência, amizade duradoura e amor. 

A história central da obra do autor gira em torno da personagem principal,    a  jovem Aza Holmes, sofre com suas várias "espirais” de pensamento que ela absorve em sua consciência e ansiedade que ela  têm ao decorrer da narrativa e durante a sua vida.  Ao longo da história, ela luta, ou melhor, batalha contra isso.  
É incrível, fascinante sensível e instigante.

Além disso,  procura falar sobre o fato de acreditar em  possibilidades,                 que  você  possa aprimorar, crescer, restabelecer e recuperar o que há de preferível e melhor em si mesmo, assim como ser alguém capaz de ser corajoso.   Você pode enfrentar aquilo que te amedronta e ir em frente sem saber o que lhe espera pelo caminho. 
                                                                       
Eu gostei bastante porque expõe o assunto essencial da  sua obra literária e  a maneira como a personagem tenta lidar com isso.  Do mesmo modo, o autor ressalta também sobre a maneira como os adolescentes conseguem enfrentar seus problemas, suas aflições e angústias.

Um belo dia, ao escutar em uma estação de rádio a notícia do  desaparecimento do bilionário Russell Pickett e a recompensa de cem mil dólares em jogo, Aza Holmes e a sua melhor amiga,  a destemida Daisy Ramirez, vão em busca disso. Elas chegam por intermédio de um único contato, talvez uma unica pessoa e fonte que possam ter realmente em comum com o magnata desaparecido: seu filho, Davis Pickett.

Sobre os personagens:

    Aza Holmes:


Seu nome é bem peculiar e incomum porque seu pai, gostaria que realmente “envolvesse” o alfabeto todo: Do A ao Z e de volta ao A.
 É uma jovem estudiosa de 16 anos, mora com a mãe, na cidade de Indianapolis.  Seu pai faleceu de um súbito ataque cardíaco. 
Ela é a melhor amiga de Daisy Ramirez. 
Aza é a responsável pelas aventuras e a jornada de Tartarugas até lá embaixo. 

A mãe de Aza, sempre está preocupada,  por conta justamente da ansiedade da filha, mas, Aza sempre “esquiva – se”, “sai pela tangente.” É  professora de matemática na escola onde a filha estuda.

Aza é introvertida, ou seja, mais pensa do que fala ou interage com as outras pessoas que estão ao seu redor. 
Sempre que tem algum tipo ou determinado pensamento intrusivo, abre um machucado na ponta dos seus dedos. Também possui um estranho “hábito” de controlar, ou melhor, checar seu ferimento. Logo em seguida, verifica – o e troca o “Band – aid”.

É acompanhada por sua psiquiatra, Dra. Singh há bastante tempo por conta de suas “espirais” de pensamento que ela têm e ansiedade.  Ela é contra a tomar a medicação prescrita pela psiquiatra, ou seja, não quer torna – se refém, dependente do medicamento.

Há períodos em que a personagem é mais vilã do que anti-heroína da história. Existem diálogos, ou melhor, monólogos entre a personagem e suas “espirais” de pensamento. Aza tenta lutar contra seus “monstros”, medos e suas angústias, ela batalha internamente contra ela mesma.

Nesses momentos de crise de ansiedade e aflições, ela sempre olha o velho celular guardado que era de seu pai, fotografias antigas e recordações para acalmar – se. Dessa forma, buscar  talvez um conselho, consolo e uma palavra de seu pai através de suas lembranças.

Há o relacionamento subentendido de Aza com Davis, mas, infelizmente não deu certo, pois, ela tem medo de envolver – se com alguém . Enquanto Aza continua em Indianapolis, Davis vai embora para o Colorado com o irmão mais novo, Noah Pickett.

Ela quer tentar ser alguém melhor. Até o final do livro mostra que realmente ela tenta combater a sua ansiedade.  Há uma melhora na saúde de Aza, mas, sem nunca chegar a cura.

    Dra. Singh:

É a psiquiatra de Aza Holmes. Acompanha e assisti – a há bastante tempo. 
A médica  sempre tem algum conselho, uma palavra sensata para dizer para a paciente.  Dra. Singh também está preocupada com Aza.

Há sessões de terapia  entre a paciente e a psiquiatra no 
livro durante o tratamento. A médica  procura entender o problema da ansiedade, 
pois, passa uma medicação prescrita que Aza contrariamente precisa tomar. 

    Daisy Ramirez:

    É  a melhor amiga de Aza Holmes. As duas   estudam juntas desde sempre na mesma escola.  Escreve sobre fanfics, histórias sobre os personagens de Star Wars, em seu blog na Internet. Ela embarca junto com Aza nessa aventura em busca do magnata Russell Pickett.

Daisy é extrovertida, divertida e  destemida.  Ao contrário de sua amiga, ela mais fala do que pensa. Por trás dessa “armadura” de um ser  humano extrovertido,  existe alguém, ou seja, não quer se apaixonar.  
Como diz em uma frase dela mesma no livro: 
“Aquela que não quebra promessas, mas vai partir seu coração.”

Em algum momento do livro, ela namora o amigo em  comum com Aza, Mychal, ou como a própria Daisy diz, “ele parece um bebê gigante.” Algum tempo depois, o relacionamento de Daisy e Mychal termina, pois infelizmente não deu certo, não vingou. 

As duas amigas, Daisy e Aza, criaram um Grupo de Apoio à Saúde Mental  e uma Oficina de Fanfics.

       Davis Pickett:

 É o filho mais velho de Russell Pickett. Precocemente sua  mãe faleceu quando ele   e o seu irmão eram crianças e algum tempo   depois, seu pai desaparece. 
Mora ainda na Mansão com o irmão mais novo, Noah Pickett e alguns funcionários que  trabalham lá. 

Davis também escreve, tem um blog. Ele para de escrever justamente no dia do desaparecimento de seu pai. O dilema de sua vida é ter que aprender a lidar com o final e a conclusão do ensino médio, a fase de adolescente de seu irmão mais novo Noah, assim como o desaparecimento de seu pai e um turbilhão de problemas. 

Na realidade, o que Davis realmente quer é que a imprensa o deixe em paz e que possa seguir a sua vida. Afinal de contas,ele ainda é um adolescente . Tem como  recordação um boneco envelhecido do Homem de Ferro. Ele gosta de estrelas e tem um telescópio.

Davis sempre soube que no momento em que seu pai, Russell Davis Pickett, desapareceu, ou talvez falecesse, o destino da herança paterna era para a criação e também pesquisas sobre o prolongamento de vida da espécie Tuatuara, uma criatura que não era um lagarto, mas, geneticamente distinta, pode chegar a idade de cento e cinquenta anos.

Em um determinado ponto da história, por conta do desaparecimento de seu pai, ele se envolve com a Aza, fica subentendido o relacionamento de Aza e Davis, mas, os dois não permanecem juntos.

Infelizmente, no final, depois de descobrir além do desaparecimento, também o fato de que seu pai faleceu. Isso é um baque em sua vida e algo que ele talvez tenha cogitado essa possibilidade dessa fatalidade. Algum tempo depois, ele vai embora com seu irmão mais novo morar no Colorado. Onde Davis conclui, termina o ensino médio em uma escola pública.

   Noah Pickett:

É o irmão mais novo de Davis. É um adolescente que assim como Davis, precocemente tem o falecimento da mãe quando ele e o irmão eram crianças e um período depois, seu pai desaparece.

Sofre também com todos esses acontecimentos, por isso que Davis está lá para o apoia-lo e tentar segurar a barra, ajuda-lo a superar tudo isso, mas,
 ele envolve – se em problemas na escola. Ele quer entender o motivo do porque seu pai desaparecer e buscar respostas. 

No final, sofre junto com o irmão por conta do falecimento do
pai, pois eles descobrem o paradeiro do pai e revelam a 
polícia que está envolvida no caso. 
Logo depois,  vai embora com o irmão para o Colorado, 
onde é aceito em uma escola para adolescentes problemáticos.

Detalhe importante:
 Russell Pickett deixa uma pista de seu paradeiro. 
A seguinte frase: “A boca do corredor”. Ou melhor, onde fica na boca de um rio é onde ele termina. Ou seja, na Pogue Run’s.

Elas, Daisy e Aza, descobrem que essa pista faz todo o sentido quando vão a uma exposição de Mychal, que localizada depois do estacionamento, desce pelo túnel de escoamento. Bem no final do Túnel, acharam, encontraram o paradeiro e o corpo de Ruselll Pickett, na Pogue Run’s.


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